sábado, 9 de janeiro de 2010

A Cabana - leitura de férias

Quem já não esteve na situação de perguntar: se Deus é bom, por que permite que eu passe por essa situação tão difícil? E quando esse questionamento é feito é porque estamos distantes da maior riqueza que alguém pode ter: a Fé!
Não gosto muito de entrar na onda de ler um livro que traz na capa a inscrição: o mais lido na lista do The New York Times ou Best Seller. Mas iniciei a leitura da obra “A Cabana” por sugestão de uma Amiga que narrou a história até a página 86. Diante de uma narrativa tão bem construída e com um tema tão em voga, como recusar?
Há um capítulo em que Mack, o protagonista, recebe uma explicação sobre liberdade e essa explicação é muito convincente para mim.Conforme compreendi, o ser humano interpretou muito ao seu modo essa história de que temos liberdade. Temos liberdade sim, mas ela está, ou deveria estar relacionada ao Supremo! E esse supremo não são as leis humanas, as quais são suscetíveis a equívocos, mas sim as leis que regem a Vida – Deus.
E Deus, nos revela o enredo da história, é Pai de bondade que quer o bem para todos os filhos: sejam eles católicos, judeus, muçulmanos, negros, amarelos, pobres, ricos, homens ou mulheres. Esse amor é tanto que o Pai fez muitas coisas (no livro temos mais detalhes e melhores explicações) para e por amor aos filhos). Ler um livro assim é ampliar a visão de mundo, a compreensão da vida e de todo o mistério que a cerca. Consolida e fortifica nossa esperança de que a Vida é um presente para ser recebido com todo amor e carinho, mesmo nos momentos difíceis e de maior tristeza. Faz acreditar que só seremos Severinos até que alcancemos a capacidade amar a vida da mesma forma que nosso Pai ama!
Acredito que esse livro precise ser conhecido não para alcançar o objetivo de vendas proposto pela editora e ou pelo autor, mas para que mais pessoas possam ajudar a ampliar a consciência de que a política, a economia e a religião são meras instituições. E que o humano, a Vida estão acima disso tudo!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Um!


Um pouco, um tudo

Um pouco Tistu, um pouco Alice
Fazer brotar verde na mais áspera parede
Ficar pequena, tomar porção
Ficar grande, grande, grande
Explosão...
Um pouco Clarice com as reinações de Lobato
Uma clandestina felicidade
Uma Macabéa
Quando as estrelas?