sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Decameron - o livro dos dez dias

Inspirado pelas idéias artísticas, culturais e científicas que ocorreram do século XVI - o Renascimento, Boccaccio escreveu Decameron. Narrativas curtas e picantes que retratam a realidade, motivo pelo qual também é o representante da estética realista. “O Decameron narra como dez jovens - sete moças e três rapazes - se encontram na igreja de Santa Maria Novella, em Firenze, durante a peste de 1348, e decidem ir para fora da cidade a fim de fugirem do flagelo. Juntos e já abrigados, alternam dança, conversação, jogos etc., a fim de passarem o tempo. O título Decameron, cabe ressaltar, significa “[livro] dos dez dias” e modela-se provavelmente no Hexameron, um tratado medieval da literatura patrística do século IV, escrito por Santo Ambrózio, Bispo de Milão, comportando nove homilias que celebram os seis dias da Criação”.
Site visitado:
http://www.filologia.org.br/vicnlf/anais/caderno03-10.html Acesso em 02/01/09

domingo, 28 de dezembro de 2008

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008



Brancusi, rio Sena, Paris, Torre Eiffel, Um lugar na platéia... nem muito longe nem muito perto...
Reverberações dos símbolos sagrados

Com o auxilio de um programa de computador, o google earth, o centro de pesquisa da NASA consegue rastrear e acompanhar o percurso do papai-noel na véspera de natal. Ele parte do pólo norte, em seu trenó e passa pela Nova Zelândia, New York, Pequin, um breve deslize pela muralha da China, o Taj Mahal, o estádio do Ninho e tem horário certo para passar no Brasil, 00:45 minutos do dia 25. Eis uma crença que se mantém porque há algo de belo e mágico, os doces sonhos infantis do natal... T
Natal, quantos símbolos essa data conserva e mantém? Quem ousaria desmentir essa tradição? Mas o que existe de história na construção desse dia? O dia de natal para os Cristãos é a data que marca como nascimento de Jesus Cristo. O ser divino, nascido de uma virgem, filho do Espírito Santo, tido como principal símbolo da religião católica. No entanto, para os pagãos, este mesmo dia – 25 de dezembro marcava a data de uma homenagem que os persas faziam ao deus Mitra. Para eles, esse deus representava/era responsável pela ordem e pelo equilíbrio do cosmos. Quem ousaria dizer que o dia de natal, celebrado fervorosamente por nossos pais e avôs como dia santo católico teve origem nesta data que para os persas era justamente o dia que destinavam para homenagear seu deus.
Que deus era esse? O nome mitra não parece que foi de todo esquecido. Ainda ouvimos em algumas raras exceções essa palavra. Basta procurar um pouquinho para descobri-la bem em cima da cabeça do papa, cardeais e bispos católicos. Mitra também é o nome que recebe o chapeuzinho que eles usam. Eis a reverberação da herança de nossas crenças!
As crenças, parece-me, antes de serem seguidas e proclamadas precisaram ser defendidas. Foi por isso que foi decido no Concílio de Toledo em 447, quando a igreja pintou o quadro que retratava a figura do demônio. E esse demônio foi assim representado: dois chifres, imenso e escuro.
Para os pastores o que poderia haver de mais importante e que merecesse ser reverenciado? O deus Mitra – um touro símbolo da força, da masculinidade e do poder. Como precisavam de novos pastos, eram por necessidade, expansionistas. Com isso levavam também a crença no referido deus, chegando no início da era cristã à Índia, Babilônia e Portugal.
“ É o mistério e a maravilha que alimentam as nossas almas, e não o Graal em si. A beleza reside em sua natureza etérea.” P. 360
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Sites consultados:
http://www.cacp.org.br/midia/artigo.aspx?lng=PTBR&article=1267&menu=16&submenu=3
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2004/12/natal_e_mitra.html

domingo, 7 de dezembro de 2008

Blogs na Educação

O termo blog é uma abreviação de weblog. E, encurtando o caminho, é um diário digital onde são divulgados textos, fotos, vídeos, músicas e tudo isso junto numa complexa rede chamada de hipertexto. Registrar informações e acessá-las quase que simultaneamente dá a esse diário um caráter totalmente diferente daquele que era guardado às sete chaves...
Aquele, aliás, era para ser secreto mesmo. Ou, no máximo para ser compartilhado com a melhor amiga. Este, porém, tem caráter público. Objetiva divulgar toda e qualquer espécie de informação. Há vários sites na internet que divulgam experiências sobre trabalhos educacionais com blogs. Um dos que li até discute a possibilidade de os trabalhos com blogs serem a oportunidade de recuperar-se o atraso da educação do nosso país. A mestranda embasa a tese na teoria de Bakhtin, a teoria do discurso e da importância da comunicação para a construção do ser humano. Outros mostram trabalhos bem sucedidos com leitura de textos literários a partir da criação de blogs com os estudantes. Tudo isso é bastante animador.
Por isso, é que estamos fazendo as primeiras experiências pessoais com esse recurso, por intermédio do NTE, mas este é um caminho que também precisa ser bem alicerçado para não ser apenas mais uma moda na educação. Há que se ampliar os olhares para afirmar que são a possibilidade de progredirmos na qualidade da educação.



Site visitado:
http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/45/TDE-2008-06-20T133813Z-2755/Publico/2008_TheliaTheophiloBezerra.pdf

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Diferenças entre sofwares livres e softwares proprietários

De acordo com o site http://www.paraibaonline.com.br/dicionario.htm a definição de software é: “É a parte do computador que você xinga.”
E quem nunca sentiu vontade de xingar? Porém o que não sabia é que existem diferenças entre softwares (programas). Há os que são denominados software livres, cujas características podem ser descritas como: permite executar, copiar, estudar e modificar; o usuário tem acesso irrestrito ao código-fonte, software é um serviço, o que envolve desenvolvimento, distribuição, suporte; não é necessariamente gratuito, depende do tipo de licença. E há os denominados softwares proprietários, com algumas diferenças do livre: possui um código fechado o que impossibilita sua abertura, estudo ou modificação; é valorizado como um produto, com vistas à obtenção de lucro; é preciso que o usuário adquira sua licença, a qual determina a quantidade de usuários que podem fazer uso do programa.